quarta-feira, 25 de março de 2009

Crescimento do número de evangélicos nas empresas pode atrapalhar?

Toda empresa é formada por pessoas. Um local de trabalho onde a amizade prevaleça, além de agradável, pode resultar em maior cooperação e produtividade. Por isso, vários donos de companhias preferem captar colegas de bons funcionários para novas vagas, em vez de abrir um processo seletivo tradicional. É uma forma de garantir que o ambiente afável permaneça e que o futuro colaborador venha com boas referências.

Mas e quando os funcionários pertencem a um grupo e, sempre que questionados, apresentam alguém com gostos em comum? Isso tem acontecido muito nas empresas, onde, geralmente, as afinidades servem para construir um elo ainda mais forte entre a equipe. Um desses elementos de ligação que está cada vez mais comum é a religião.

Você já notou como há cada vez mais evangélicos trabalhando em vendas? Conhecidos pela postura atuante em relação à fé, a maioria não fuma nem bebe, prega fazer o bem e traz a autoconfiança como um ponto bastante positivo, por acreditar que o Senhor está a seu lado e que sempre o guiará pelo melhor caminho.

Há quem diga, entretanto, que eles evidenciam alguns preconceitos em relação a outras crenças, o que pode atrapalhar as vendas, e confiam que a providência de Jesus Cristo irá solucionar qualquer problema, independentemente do que eles façam ou deixem de fazer.

E você? Como visualiza o crescimento do número de evangélicos nas empresas?
Isso só tem pontos positivos ou, às vezes, possuem alguns que podem ser considerados negativos? Você tem alguma história para contar envolvendo vendedores religiosos?
Deixe sua opinião!

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