sexta-feira, 6 de novembro de 2009

SENADO FEDERAL LEI DA HOMOFOBIA





O texto "Torna crime o preconceito contra os homossexuais" tem um aspecto muito subjetivo na sua exegese. Ele rotula como preconceito a crítica aberta e franca à opção opção homossexual. Que não querem ser criticados. Um pai pode ser acusado de homofóbico se ensinar aos filhos que a opção homossexual é contra os princípios bíblicos. Um pastor pode ir para a cadeia se ensinar o que está escrito, por exemplo, na Carta de Paulo aos Romanos. Como a causa homossexual não é considerada religião, em outros países, como por exemplo no Chile, são impressos manuais de homossexualismo para distribuir nas Escolas Públicas com o avla do Ministério da Educação.

Na Suécia, onde tal lei foi aprovada, os pastores das Igrejas evangélicas foram constrangidos por medo a modificar a Liturgia dos cultos. Vão ser obrigados, inclusive, a realizar cerimônicas de "casamento" gays.

Isso fere o direito evangélico de culto, pois temos a Bíblia Sagrada como regra de fé e prática. Os evangélicos desta nação não ensinam o ódio a gays dentro da Igreja. Os crentes não matam gays. Se esta lei passar com a redação do substitutivo atual, vai cercear nosso direito de crítica e expressão de opinião.

E por fim, criminalizar alguém por criticar e discordar da opção sexual de alguém é um campo perigoso. Além de hétero e homo tem muitas outras opções inclusive a pedofilia.

É por isso que eu sou contra. Este projeto de lei, no fundo, vai é institucionalizar o preconceito e a discriminação contra os evangélicos e seus pastores. Para mim isto é um cala-boca. Uma mordaça sob o amparo de uma lei incostitucional.

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