terça-feira, 24 de novembro de 2009

Não dê chance para as lamentações

Se tem algo que me irrita profundamente são pessoas que não sabem fazer outra coisa senão lamentar. Aposto que você conhece gente desse tipo. Pessoas que lamentam o presente, o passado e o futuro, mas não fazem nada para evitar o “muro das lamentações”.

É por isso que tento me policiar, pois não quero passar a vida lamentando, pelo contrário, quero ter a certeza de que fiz tudo para me sentir bem, feliz e realizada. E, se você é como eu, quero compartilhar as sábias palavras do famoso autor Wayne W. Dyer, a respeito do assunto, no livro Muitos mestres, da editora Nova Era. “O que quer que sinta vontade de fazer, se não agir de acordo, lamentará no futuro. As palavras que você não disse por medo de ser ridicularizado, a atitude que não tomou por medo de falhar e a viagem que não fez por medo de ficar sozinho são degraus que levam, passo a passo, ao topo do desespero nos anos seguintes”.

Algumas pessoas podem até pensar que isso é um absurdo, afinal, ao tentar evitar as lamentações, também corremos o risco de “quebrar a cara”. Sim, nunca teremos a certeza de que não dará certo se não tentarmos. “Você com certeza encontrará desaprovação. Alguns resultados que apresentar nem sempre serão de seu gosto. Você experimentará o ridículo, mas não conhecerá a tristeza se falar ou agir”, avisa Dyer.

Eu concordo com ele, é melhor levar um tombo depois de ter experimentado a patinação que passar a vida inteira achando que não é capaz de patinar. E digo isso porque já levei muitos tombos! E, para finalizar, cito os conselhos de Dyer para você evitar as lamentações:

Visualize-se como uma pessoa mais velha olhando para trás, para si mesmo hoje. Como deseja se sentir? Repleto de arrependimentos ou satisfeito por ter feito o que seu coração aconselhava?

Em vez de se perguntar qual será a opinião dos outros e como sua ação será percebida, pergunte a si mesmo: “Como quero viver a minha vida?”. Então, arrisque-se um pouco agindo dessa nova maneira.

Um grande abraço e até a próxima semana,

Karen Jardzwski

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