quinta-feira, 14 de junho de 2012

A plenitude da redenção


Escola Bíblica Dominical 

Domingo 17 de junho às 9 horas !

A plenitude da redenção

Texto Áureo

“E o que estava assentado sobre trono disse: eis que faço novas todas as coisas”. Ap 21.5

Verdade Aplicada

Quando todas as coisas forem restauradas, nenhuma glória além da glória do próprio Deus será mais exaltada do que a glória da Igreja, a esposa do Cordeiro.

As Sete Coisas Novas Ap 21:222:1

Com Satanás, o pecado e os pecadores para sempre removidos, a morte e o inferno destruídos, e Cristo reconhecido e reverenciado como Senhor de todos, inicia-se uma era perfeita na qual Deus se torna tudo em todos. Finalmente aparece o estado eterno. Desfaz-se a tristeza, começa a glória. Um alvorecer eterno introduz uma nova criação, pois o dia tenebroso do mundo se passou. A história do homem foi consumada e introduz-se uma nova ordem de Deus.

Os últimos capítulos do Apocalipse constituem um fecho adequado para o propósito eterno de Deus e maravilhosa providência para seu próprio povo (Ef 2:7). Chegamos à meta de toda a revelação! A vontade e o propósito de Satanás através dos séculos foram separar Deus do homem, mas no final Deus sai vitorioso. Finalmente todo o propósito divino para o bem-estar humano é realizado e toda promessa divina é cumprida.

Em sublimidade de linguagem, a descrição que João dá do traslado dos glorificados à paz eterna é sem par. A competência moral do apóstolo para contemplar e compreender as glórias da eternidade não se encontrava em si mesmo, mas no Espírito Santo. Sob seu controle absoluto, João viveu e se moveu em outro reino de existência, e assim foi preparado para receber a visão das realidades celestiais.

De alguma forma, achamos que os capítulos que temos diante de nós demandam mais contemplação que interpretação, mais reverência que pesquisa. Desejamos que mais tivesse sido registrado acerca de nossa habitação eterna. Uma das razões para a escassez de fatos referentes ao estado eterno é a limitação da linguagem em expressar o que João viu e sentiu. As melhores palavras, no máximo, são palavras e meio de expressão pobre no que se refere às glórias eternas. Chegados ao céu, em meio ao seu esplendor, exclamaremos como a rainha de Sabá: “Eis que não me disseram metade” (1 Rs 10:7).

A frase-chave da seção final do Apocalipse encontra-se em 21:5: “Eis que faço novas todas as coisas.” Alguns escritores sugerem que agora as eras mileniais e eternas se combinam num retrato perfeito de glória infinda. (Cronologicamente, 21:9-27 pode preceder 21:1-8. Os versículos 7 e 8 apontam para uma época antes do amanhecer da era eterna.) A cena é, deveras, magnífica. Finalmente Cristo é o Vencedor dos séculos, e está prestes a entregar o reino ao Pai. E quão emocionante será esse ato de entrega para ambos, o Pai e o Filho! Como precisamos viver mais no futuro do que o fazemos! Com o apóstolo Paulo, aprendamos a equilibrar o sombrio “agora” com o “então” glorioso.

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